tudoparaseuanimal.com.br Entrar Anunciar grátis
Nutrição

O que cachorro não pode comer: a lista por gravidade, com as contas e o que fazer

Nem tudo que faz mal mata, e nem tudo que mata parece perigoso. Esta lista separa os sete alimentos que são emergência de verdade dos que só dão dor de barriga, com as quantidades que a literatura registra e o que fazer na primeira hora — inclusive por que não induzir vômito em casa.

Por Redação TPSA Publicado em 14 min de leitura

Cão golden retriever e gato listrado com as patas na mesa, atrás de um prato com pastilhas, chocolate, café, cebolas, alho, abacate, uvas e macadâmias
Arte: tudoparaseuanimal.com.br — o que está no prato não pesa tudo igual, e é isso que a lista abaixo separa

A lista de "alimentos proibidos para cães" é o texto mais copiado da internet pet brasileira — e quase sempre o menos útil. Ela junta num mesmo bloco o que mata em 24 horas e o que, no pior dia, dá dor de barriga; repete números que ninguém conferiu; e termina sem responder a única pergunta que importa quando o estrago já aconteceu: isso que ele comeu, na quantidade que ele comeu, é caso de correr ou de observar?

Aqui a lista está organizada por gravidade, com as quantidades que a literatura veterinária registra e a origem de cada número ao lado. E com uma parte que quase nunca aparece: o que fazer na primeira hora — inclusive o que não fazer, que é a receita caseira de vômito.

Neste artigo

A regra que organiza a lista

Três informações decidem tudo, e é sempre o mesmo trio: qual substância, quanto o animal pesa e quanto ele comeu. Sem os três, qualquer resposta é chute — a sua e a de quem escreveu a lista de quarenta itens.

Por isso os alimentos aqui estão em três blocos. No primeiro, os que causam lesão de órgão — rim, fígado, sangue, sistema nervoso — e em que a conversa é com o veterinário, não com a internet. No segundo, os que causam estrago mecânico ou digestivo: vômito, diarreia, pancreatite, osso entalado. No terceiro, o que virou lenda e continua sendo repetido.

Uma ressalva honesta sobre os números que você vai ler: dose publicada em estudo é a quantidade em que apareceram sinais clínicos nos animais observados, e não uma linha abaixo da qual está tudo bem. Cão pequeno, filhote, idoso, doente renal ou hepático reage a menos. Use os números para dimensionar a urgência, nunca para decidir que não precisa ligar.

Os sete que podem matar

Nestes sete, ligue para o veterinário antes de procurar sintoma
O que comeuO que faz, e em quanto tempoA partir de quanto
Uva e passaLesão renal aguda. Vômito nas primeiras 24 hSem dose segura conhecida — há relato com quatro a cinco uvas num cão de 8,2 kg
XilitolQueda brusca de glicose em 30 a 60 min, podendo atrasar até 12 h; lesão de fígado depois de 24 a 48 h0,1 g/kg para hipoglicemia; 0,5 g/kg para lesão hepática
Chocolate e cafeínaEstimulação cardíaca e neurológica em 2 a 4 hSinais leves a partir de 20 mg/kg de metilxantina; convulsão perto de 60 mg/kg
Cebola e alhoDestruição de glóbulos vermelhos; a anemia aparece de 1 a vários dias depoisCão: 15 a 30 g/kg de cebola crua. Gato: 5 g/kg. Alho é 3 a 5 vezes mais tóxico
Álcool e massa cruaDepressão do sistema nervoso em cerca de 1 h; a massa ainda incha e distende o estômagoDepende da concentração; massa crua, em qualquer volume relevante
MacadâmiaFraqueza de patas traseiras, tremor e febre em até 12 hRelatos a partir de 0,7 g/kg; sinais consistentes em 2,4 g/kg
Sal em excessoDesequilíbrio de sódio, sede intensa e tremor em algumas horasSem dose única; petisco muito salgado, água do mar, massinha caseira

Doses de Cortinovis & Caloni (2016) e do Merck Veterinary Manual; os links estão no fim do artigo.

Uva e passa — e o parente que ninguém cita

Cacho de uvas vermelhas apoiado sobre um bloco de concreto, com fundo laranja
A concentração de ácido tartárico varia de 0,35% a 2% conforme a uva — por isso a mesma quantidade de fruta carrega doses diferentes. Foto: Cup of Couple / Pexels

Uva é o caso mais desconcertante da toxicologia veterinária: cães que comeram um cacho inteiro passaram bem, e cães que comeram poucas unidades morreram de insuficiência renal. Por décadas ninguém sabia o porquê. Em 2021, o centro de controle de intoxicações da ASPCA ligou um caso de lesão renal em um cão que havia comido massinha de modelar caseira — feita com cremor de tártaro — aos envenenamentos por uva, e chegou ao suspeito: o ácido tartárico.

Essa descoberta acrescentou dois itens brasileiríssimos à lista, e eles não aparecem em lista nenhuma por aí: o tamarindo, que também é rico em ácido tartárico, e o cremor de tártaro usado em confeitaria e na massinha de brincar. A orientação publicada é tratar ingestão significativa dos dois como se fosse uva.

A concentração de ácido tartárico varia de 0,35% a 2% conforme a uva, o que explica a loteria: a mesma quantidade de fruta carrega doses muito diferentes. Por isso a conduta padrão é não tentar calcular — qualquer ingestão de uva ou passa em cão é motivo de ligar para o veterinário no mesmo dia, mesmo com o animal aparentemente bem. O tratamento precoce, com descontaminação e fluidoterapia, é justamente o que evita o rim quebrar.

O detalhe sazonal que faz esse item importar mais do que parece: o panetone com passas. Ele junta passa, chocolate e massa doce num pacote que fica na mesa da sala em dezembro, na altura do focinho.

Xilitol: o perigo que está na bolsa, não na cozinha

O xilitol é um álcool de açúcar usado como adoçante. No cão, ele provoca uma liberação de insulina que o organismo humano não tem — e a glicose despenca. O FDA descreve o efeito como podendo ocorrer "dentro de 10 a 60 minutos" depois da ingestão, com vômito seguido de fraqueza, cambaleio, incoordenação, colapso e convulsão. Acima de meio grama por quilo, entra em cena a lesão de fígado, que pode aparecer só 24 a 48 horas depois.

O que torna esse item traiçoeiro é onde ele está. Não é comida de prato: é chiclete e bala sem açúcar, pasta de dente, enxaguante bucal, vitamina mastigável, xarope, suplemento e alguns pés de amendoim — coisas que ficam na bolsa, na mesa de cabeceira e na pia do banheiro, e que o cão alcança sozinho. A bolsa esquecida no sofá é a cena clássica.

Escova de dentes branca com pasta rosa sobre bancada de mármore, ao lado do tubo aberto
Xilitol não é comida de prato: está na pasta de dente, no enxaguante, no chiclete da bolsa e na vitamina mastigável. Foto: Towfiqu Barbhuiya / Pexels

E há um problema prático brasileiro: o rótulo não diz quantos gramas de xilitol tem cada unidade. Sem esse número, não há conta a fazer em casa. A conduta é considerar qualquer ingestão como exposição, levar a embalagem junto e deixar o cálculo com quem vai atender.

Um alívio, e é raro poder dar um

Xilitol é problema de cão. O Merck Veterinary Manual é explícito: o cão é a única espécie doméstica em que a toxicose por xilitol foi descrita, e gatos não correm risco de hipoglicemia ou de lesão hepática por xilitol.

Cebola e alho: a conta que quase todo blog erra

Cebolas amarelas inteiras e uma cabeça de alho sobre tábua de madeira clara
O risco maior não está na cebola inteira, e sim na forma desidratada e no tempero pronto. Foto: Paul Seling / Pexels

Você vai ler por aí que "um dente de alho mata um cão de 20 quilos". A frase é repetida há anos e não bate com a literatura. Os números publicados são estes: sinais clínicos em cães a partir de 15 a 30 gramas de cebola crua por quilo de peso, e o alho sendo 3 a 5 vezes mais tóxico que a cebola.

Traduzindo para a cozinha, com uma cebola média em torno de 100 a 150 gramas e um dente de alho em torno de 3 a 5 gramas: um cão de 10 kg precisaria de algo como uma a três cebolas médias, ou de mais de dez dentes de alho, para chegar à faixa dos relatos. Ou seja: o refogado do feijão que ele roubou ontem provavelmente não vai derrubá-lo.

Isso não transforma cebola e alho em alimento liberado, por três motivos que a conta acima não mostra:

A anemia por Allium também engana pelo tempo: os corpúsculos de Heinz aparecem no sangue em 24 horas, mas os sinais de anemia podem levar dias. Cão que comeu farofa com cebola no domingo e ficou apático, ofegante e com urina escura na quarta não está com "virose": está com hemólise até prova em contrário. Urina cor de refrigerante escuro é sinal para ir à clínica no mesmo dia.

Álcool, massa crua, macadâmia e sal

Álcool derruba um cão com muito menos do que derruba uma pessoa, e o quadro é de depressão do sistema nervoso: incoordenação, letargia, hipotermia, acidose. Cerveja no fim da tarde "só para ver a cara que ele faz" é uma das poucas intoxicações que alguém provoca de propósito.

Massa crua de pão ou de pizza é o mesmo problema com um agravante mecânico. O fermento continua trabalhando no estômago quente e úmido: produz gás, que distende o estômago, e etanol, que passa para o sangue. Os sinais costumam aparecer dentro de uma hora, e a combinação de barriga tensa, dolorida, com tentativa de vomitar sem sair nada é uma das emergências mais graves da clínica de cães.

Macadâmia tem uma apresentação característica e assustadora: o cão fica com fraqueza nas patas traseiras, tremores, desequilíbrio e febre, geralmente dentro de 12 horas. A boa notícia é o desfecho: não há mortes relatadas na literatura consultada, e a recuperação costuma vir em 12 a 48 horas. A má é que fraqueza aguda de traseiro tem outras causas graves, e nenhuma delas se diagnostica em casa.

Sal raramente vem do saleiro. Vem do petisco industrializado muito salgado, da água do mar engolida no passeio da praia e da massinha de modelar caseira — aquela de farinha com sal, que também costuma levar cremor de tártaro e, por isso, aparece duas vezes neste artigo.

Os que machucam mas raramente matam

O que é mito, o que é exagero e o que não se sabe

Lista honesta também diz onde a evidência é fraca. Estes quatro itens aparecem em quase toda relação de "alimentos proibidos" com um peso que eles não têm:

A cozinha brasileira: onde o risco mora de verdade

Quase nenhum cão brasileiro come uma cebola sozinha. Ele come o prato pronto — e é aí que cebola, alho, sal, gordura e passa chegam juntos, na mesma colherada de sobra.

Cão branco e preto com o focinho na altura da mesa, a língua para fora, ao lado de um pedaço de pão
A mesa na altura do focinho é metade do problema. A outra metade é o convidado que dá "só um pedacinho". Foto: Wolfart / Pexels
O que a casa ofereceO que vai dentroPor que preocupa
Panetone e chocotoneUva-passa, chocolate, massa doceJunta os dois itens mais graves da lista na mesma fatia, e fica ao alcance em dezembro
Feijão, arroz e farofaCebola e alho refogados, sal, gorduraÉ a via real do Allium no cão brasileiro — pouco, mas repetido
ChurrascoOsso, gordura, sal grosso, espetoPancreatite, obstrução e perfuração no mesmo domingo
Tempero pronto e caldo em cuboAlho e cebola desidratados, muito sódioForma concentrada: pouca quantidade equivale a muita cebola fresca
Ovo de PáscoaChocolate ao leite ou meio amargoFica em cima da mesa e ao alcance por semanas
Doce de tamarindo e sucoÁcido tartáricoMesmo princípio suspeito da uva, e não aparece em nenhuma lista

O CRMV-SP tem uma recomendação simples para a ceia que vale para o ano inteiro: deixe o animal bem alimentado antes de a mesa ser posta, para ele não ficar pedindo, e combine com a família que o carinho substitui o prato. Convidado que "dá só um pedacinho" sem avisar é a origem de boa parte dos plantões de 25 de dezembro.

Ele comeu. E agora?

A primeira hora costuma decidir o custo e o desfecho. A sequência é esta:

Não provoque vômito em casa

Água com sal, água oxigenada, leite, óleo, dedo na garganta: são as quatro receitas que circulam e as quatro fazem mal. Sal em quantidade é o próprio item sete desta lista; água oxigenada queima o estômago; e há situações em que vomitar é pior que não vomitar — substância corrosiva, animal já sonolento, cão convulsionando ou de focinho achatado, pelo risco de o conteúdo ir para o pulmão. Indução de vômito é procedimento com medicação injetável e janela de tempo, feito por quem pode intubar se der errado.

Veterinário de uniforme azul examinando um pastor-alemão deitado sobre a mesa de atendimento
Indução de vômito é procedimento com medicação injetável e janela de tempo — não tem versão caseira. Foto: Tima Miroshnichenko / Pexels

Na clínica, o roteiro costuma ser descontaminação — indução de vômito quando ainda faz sentido e carvão ativado —, exames de sangue conforme a substância e fluidoterapia, que é o que protege o rim nos casos de uva. Em xilitol, entra monitoramento de glicose e das enzimas do fígado por 24 a 48 horas. Nenhuma dessas coisas tem versão caseira.

Vale conhecer o vizinho de tema: remédio humano em cachorro e gato, porque a segunda cena mais comum depois do "ele comeu" é o "eu dei" — dipirona, paracetamol, anti-inflamatório da caixinha de casa.

No Brasil não existe 0800 para animal intoxicado

Nos Estados Unidos, a lista de alimentos proibidos termina sempre com o telefone do centro de controle de intoxicações animais. Aqui, não há equivalente. O Disque-Intoxicação 0800-722-6001, da Anvisa, funciona 24 horas e encaminha a ligação para um dos 36 centros da rede nacional — mas é um serviço de toxicologia humana, e a página oficial não menciona atendimento a animais.

Na prática, quem atende o seu caso é o seu veterinário ou a clínica 24 horas mais perto. E é por isso que este artigo termina com uma tarefa chata de cinco minutos, para fazer hoje e não no dia do susto:

Gato não é cachorro pequeno

Três diferenças importam e nenhuma é intuitiva:

O que ele pode comer sem susto

A lista curta, para quem quer dar um agrado sem risco: cenoura crua ou cozida, maçã sem semente, banana, melancia sem semente, abóbora e batata-doce cozidas sem tempero, carne magra cozida sem sal e petisco próprio para cães. Nada disso vira refeição: a régua da nutrição clínica é que petisco não passe de 10% das calorias do dia — a conta está em alimentação do cachorro, e o que fazer quando o peso já subiu está em como fazer cachorro e gato emagrecer.

Duas regras fecham o assunto melhor do que qualquer lista. A primeira: comida temperada não é comida de cachorro — o problema quase nunca é o arroz, é o que foi colocado nele. A segunda: na dúvida, não dê. Nenhum cão ficou doente por causa do pedaço que não comeu.

Fontes consultadas

Os links abaixo foram abertos e conferidos em 15 de setembro de 2026. Onde a literatura diverge ou não tem número, isto está dito no texto em vez de ser preenchido com estimativa.

O que não entrou, e por quê: não há neste artigo tabela de "gramas por porte" para uva, porque a dose tóxica não é conhecida e publicar uma inventaria segurança onde não existe; não há número de casos de intoxicação alimentar de animais no Brasil, porque os levantamentos disponíveis são locais, de hospitais universitários específicos, e não sustentam um total nacional; e não há dose de xilitol por chiclete, porque o rótulo não informa o teor por unidade.

Perguntas frequentes

Meu cachorro comeu uma uva só. Preciso me preocupar?

Sim, o bastante para ligar para o veterinário no mesmo dia. Não existe dose segura conhecida de uva para cães: a concentração de ácido tartárico varia de 0,35% a 2% conforme a fruta, e há relato de quadro clínico com quatro a cinco uvas num cão de 8,2 kg. O tratamento precoce, com descontaminação e fluidoterapia, é justamente o que evita a lesão renal — esperar o vômito aparecer é esperar o dano começar. Vale o mesmo para uva-passa, suco de uva, tamarindo e cremor de tártaro.

Posso fazer meu cachorro vomitar em casa?

Não. As receitas que circulam — água com sal, água oxigenada, óleo, dedo na garganta — são perigosas por si só: sal em quantidade é uma das intoxicações desta lista e água oxigenada agride o estômago. Há ainda situações em que vomitar piora o quadro, como substância corrosiva, animal já sonolento ou convulsionando e cão de focinho achatado, pelo risco de o conteúdo ir para o pulmão. A indução de vômito é feita na clínica, com medicação injetável e dentro de uma janela de tempo.

Cachorro pode comer comida com alho e cebola?

Não deve. A literatura registra sinais clínicos em cães a partir de 15 a 30 gramas de cebola crua por quilo de peso, com o alho de 3 a 5 vezes mais tóxico — ou seja, a colherada de feijão refogado raramente derruba um cão adulto. O problema é outro: o dano aos glóbulos vermelhos é oxidativo e cumulativo, e as formas concentradas (alho e cebola em pó, tempero pronto, caldo em cubo) entregam muito em pouco volume. Em gatos, que são a espécie mais sensível, bastam 5 g/kg.

Quanto tempo depois aparecem os sintomas?

Depende da substância, e essa é a razão de não esperar para ver. Massa crua de pão dá sinais em cerca de uma hora; xilitol, entre 30 e 60 minutos, podendo atrasar até 12 horas, com a lesão de fígado só depois de 24 a 48 horas; chocolate, de 2 a 4 horas; macadâmia, em até 12 horas; uva, com vômito nas primeiras 24 horas; e a anemia por cebola e alho pode levar vários dias para dar as caras.

Xilitol faz mal para gato também?

Não. O Merck Veterinary Manual é explícito: o cão é a única espécie doméstica em que a toxicose por xilitol foi descrita, e gatos não correm risco de hipoglicemia nem de lesão hepática por essa substância. A inversão vale para cebola e alho: nesse caso é o gato quem corre mais risco, com alteração sanguínea a partir de 5 g/kg, contra 15 a 30 g/kg no cão.

Cachorro pode comer osso?

Osso cozido, não — de frango, de costela, de qualquer origem. O cozimento deixa o osso quebradiço, e ele lasca em pontas rígidas que causam fratura de dente, perfuração e obstrução. O espeto de churrasco é ainda mais traiçoeiro, porque o pedaço de carne na ponta faz o cão engolir o palito inteiro. Para a vontade de mastigar existem mordedores próprios para cães e petiscos dentais, sempre dentro dos 10% de calorias do dia.

Existe um telefone de emergência para intoxicação de animais no Brasil?

Não há equivalente nacional ao centro de controle de intoxicações animais que existe nos Estados Unidos. O Disque-Intoxicação da Anvisa, 0800-722-6001, funciona 24 horas e encaminha a ligação a um dos 36 centros da rede nacional, mas é um serviço de toxicologia humana e a página oficial não menciona atendimento a animais. Quem atende o seu caso é o seu veterinário ou a clínica 24 horas mais próxima — confirme hoje qual delas atende de madrugada de verdade e deixe o telefone anotado antes de precisar.

Este artigo te ajudou?
Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com um médico veterinário. Diante de qualquer sinal de alerta, procure atendimento presencial.

Precisa de um veterinário perto de você?
O guia reúne clínicas, hospitais e profissionais por cidade, com telefone e WhatsApp.

Ver veterinários

Leia também